segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Recordar, acordarse de

Os verbos “recordar” y “acordar” compartem o significado de ter algo presente na memória, mas na língua geral culta constroem-se de modo diferente: “recordar” é transitivo (recordar algo), enquanto que “acordar” é intransitivo pronominal (acordarse de algo).

RECORDAR:

No sentido de trazer algo ou alguém à memoria é transitivo (recordar algo o recordar a alguien):

¿Recuerdas a la hermana de Carolina?

Recuerdo cuando viajamos a Paris.

¿Recuerdas a tu primera maestra?



Recordar também significa fazer com que outra pessoa tenha algo presente na memória:

Te recuerdo que mañana tenemos que ir al supermercado.



Também é usado para dizer que uma pessoa ou coisa traz outra à memoria por semelhança:

Esa señora me recuerda a mi madre.

Esta noticia me recuerda algo que ocurrió hace diez años.



“Me acuerdo” é sinônimo de “recuerdo”. Não é correto conjugá-lo como pronominal me recuerdo, te recuerdas, se recuerda… entretanto, pode-se dizer “Eso me recuerda a España”.



Diz-se de uma pessoa ou coisa semelhante a outra:

Ese ruído recuerda el de um pájaro.



ACORDAR:

O verbo acordar na língua culta funciona como intransitivo pronominal e é acompanhado por um complemento com a preposição de (acordarse de algo o de alguien).

¿Te acuerdas de mí?

¿Os acordáis de cuando erais pequenos?

¿Te acordás (vos) de lo que acordamos? (lembra-se do que combinamos?)

Acordar também é usado no sentido de entrar em acordo, combinar.

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